Autoestima em reconstrução: o papel da terapia no amor-próprio

A importância de se olhar com carinho

Em tempos de comparações nas redes sociais e cobrança constante por produtividade, manter uma autoestima saudável se tornou um desafio. Muitas pessoas passam anos acreditando que não são boas o suficiente, quando na verdade falta autocompreensão, não valor.

A terapia é um espaço seguro para reconstruir esse olhar — um lugar onde o paciente aprende a reconhecer suas dores e, principalmente, suas potências.


💡 A terapia como ponte para o autoconhecimento

Durante o processo terapêutico, o profissional ajuda o paciente a compreender de onde vêm suas inseguranças, como elas foram formadas e o que pode ser feito para ressignificá-las.
O foco não é mudar quem você é, mas permitir que você se veja de forma mais gentil e realista.

Com o tempo, o amor-próprio deixa de ser uma meta e passa a ser um estado natural — construído em pequenas escolhas diárias: dizer não, colocar limites, cuidar de si.


🌷 Como a autoestima influencia todas as áreas da vida

Pessoas com autoestima equilibrada tendem a ter relacionamentos mais saudáveis, maior produtividade e menos autocrítica paralisante. Elas compreendem que errar faz parte do processo de crescimento e que vulnerabilidade não é fraqueza — é humanidade.

A terapia auxilia nesse processo, ajudando a transformar a forma como nos enxergamos e lidamos com o mundo.


💬 Conclusão

Amar-se é uma prática contínua. A cada sessão, o paciente descobre que não precisa ser perfeito para ser digno de amor.

“Cuidar de si não é egoísmo, é um ato de coragem.”

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